

MORRE OCTAVIO FRIAS DE OLIVEIRA AOS 94 ANOS
Proprietário do Grupo Folha desde 1962, Frias faleceu neste último domingo, dia 29, devido a um quadro de insuficiência renal. O publisher do jornal Folha de São Paulo já estava internado, recuperando-se de uma cirurgia para retirada de um hematoma craniano, causado por uma queda doméstica.
O velório será a partir das 9h desta segunda-feira, no Cemitério Getsêmani, no Morumbi. O enterro está marcado para o meio-dia.
"Com a morte de Octavio Frias de Oliveira, o Brasil perde um dos seus mais lúcidos e destacados homens de imprensa. Responsável pela modernização do jornal Folha de S. Paulo e pela sua transformação num dos mais importantes órgãos de comunicação do País. O doutor Frias tinha uma personalidade marcante e cativante, que unia simplicidade, dinamismo, inteligência e confiança no Brasil".
LUÍS INÁCIO LULA DA SILVA - PRESIDENTE
¿Octavio Frias de Oliveira foi o homem que modernizou a Folha de S. Paulo. Embora não fosse jornalista, transformou a Folha no jornal de opinião que é hoje, sempre no bom combate contra as mazelas da democracia brasileira. Mesmo sendo concorrentes , tive o privilégio de ser sempre seu amigo pessoal, independentemente de eventuais divergências entre nossos dois jornais. Tenho o maior respeito pela sua atuação na imprensa brasileira¿.
Ruy Mesquita - Membro do Conselho de Administração e diretor de Opinião do Grupo Estado.
"Octavio Frias de Oliveira conquistou lugar de destaque na história da imprensa brasileira ao sintonizar o jornal que dirigia com os anseios populares de redemocratização do país, simbolizados na campanha pelas "Diretas Já". Essa atitude corajosa, articulada à preocupação com a pluralidade no espaço de seu jornal dedicado à formação da opinião pública nacional, fez da Folha de S. Paulo um dos maiores jornais do país. Peço ao diretor de redação da Folha, Otavio Frias Filho, que transmita meus sentimentos de pesar à família, aos colaboradores e leitores do jornal".
Franklin Martins, ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social
"A Folha não se preocupou muito com a aparência, não convocou consultores nem marqueteiros. Simplesmente apostou no jornalismo. Frias nunca foi jornalista, mas acreditava no poder transformador da imprensa. Assumiu que o leitor quer, antes de tudo, um jornal capaz de falar com clareza e convicção."
Alberto Dines - Observatório da Imprensa
por Marcel Agarie * 8:25 AM
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Sustentabilidade é tema do 2º Fórum Paulista de Jornalismo Ambiental
Jornalistas se reúnem no dia 19 de maio, em São Paulo, para debater "As novas pautas da Sustentabilidade".
Fonte: http://www.jornalistasambientais.com.br
Os novos temas relacionados à Sustentabilidade e à Responsabilidade Socioambiental Empresarial já estão presentes em todas as mídias, desde o jornal, até a internet, passando pelo rádio e a televisão. No entanto, ainda são comuns alguns equívocos sobre o que realmente significa sustentabilidade e RSE. Os editores mostram interesse, abrem espaços, mas não têm claro quais são as verdadeiras pautas. Os assessores de imprensa buscam dentro das organizações os temas que podem dar visibilidade em um cenário em que a disputa pela atenção da mídia é feroz.
Cerca de 200 profissionais de comunicação vão se reunir em São Paulo para debater a construção destas novas pautas da sustentabilidade empresarial e jornalística. Profissionais de mídias e assessores de imprensa precisam ter um olhar mais atento para as oportunidades e indicadores desta nova cena econômica e social.
O debate vai reunir experientes profissionais de jornalismo, além de especialistas em Responsabilidade Social Empresarial, como Ricardo Young, do Instituto Ethos, Beth Fernandes, da E-labore, Fátima Cardoso, do Instituto Envolverde, André Trigueiro, da Globo News, Heródoto Barbeiro, da CBN e TV Cultura e muitos outros ícones da comunicação ambiental e de RSE.
Este II Fórum Paulista de Jornalismo Ambiental é continuidade do I Fórum, realizado em 2004 com apoio do SESC-SP, e do 1º Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental, que aconteceu em outubro de 2005, em Santos, no litoral paulista, também com apoio do SESC. A realização está a cargo do Instituto Envolverde, uma organização ligada à Revista Digital Envolverde e que tem como missão o "Jornalismo pela Sustentabilidade".
Graças ao apoio do Instituto Totum e da Fundação SOS Mata Atlântica o II Fórum Paulista de Jornalismo Ambiental será um evento "Carbono Neutro". Ou seja, todas as emissões de CO2 necessárias para sua realização serão inventariadas e neutralizadas através do plantio de árvores certificado pela SOS Mata Atlântica.
O evento conta com o patrocínio da Cavo Serviços e Meio Ambiente, Tetra Pak, apoio da FundaçãoSOS Mata Atlântica, Maxpress, CGTEC, CDI - Comitê de Democratização da Informática, Casa Blu e revista Negócios da Comunicação.
Formato dos debates
O II Fórum Paulista terá quatro mesas redondas, cujos temas são:
· "A Questão Urbana"
· "Meio Ambiente, Economia e Sustentabilidade"
· "Impactos do Consumo no Meio Ambiente"
· "As Novas Pautas e as Mídias Ambientais"
Alguns dos palestrantes já confirmados são: Ricardo Young (Instituto Ethos), Elizabeth Grinberg (Instituto Pólis), Lisa Gunn (Idec), André Trigueiro (Mundo Sustentável), Beth Fernandes (Elabore), Nabil Bonduki (FAU-USP), Heródoto Barbero, Célia Rosemblum, Marcelo Furtado (Greenpeace), Fernando Von Zuben (Tetra Pak), Fátima Cardoso, Ana Lígia Scachetti (SOS Mata Atlântica), Luciano Martins Costa (Revista Adiante), Adalberto Wodianer Marcondes (Revista Digital Envolverde).
A programação completa, bem como a ficha de inscrição, estão no endereço eletrônico www.jornalistasambientais.com.br . Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 3034.4887 ou pelo e-mail forum2@envolverde.com.br.
Local: ESPAÇO CULTURAL CAMARGO CORRÊA
Rua Funchal 160 - Vila Olímpia
Data: 19 de maio de 2007
Horário: 9h - 18h
Credenciamento e entrega de material: 8h
Inscrições pelo site www.jornalistasambientais.com.br
ASSESSORIA DE IMPRENSA:
Daniela Vianna - Fone: 3034-4887 - vianna.dani@gmail.com
Tatiane Oliveira - Fone: 3034-4887 / 9271-8610 - tatiane@envolverde.com.br
por Marcel Agarie * 9:55 AM
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SAI ZICA! - Campanha de um torcedor desesperado
Comentários de um torcedor apaixonado
Corinthianos, maloqueiros e sofredores,
Depois da derrota para o Náutico e a eliminação da Copa do Brasil, estou iniciando uma campanha para acabarmos de vez com esta Z I C A!
A idéia é alugarmos um helicóptero e 2 toneladas de sal grosso para jogarmos em volta do Parque São Jorge, para quem sabe, acabar de vez com esta urucubaca* que está no Corinthians.
Este time está me dando saudade de jogadores como El Tanque, Alex Rossi, Taika, Alcindo, Baré, Embú e outras raridades que passaram pelo TPT.
S A IIIIIII Z I C AAAAAAAAAAA!!!
* Dualib e companhia
por Marcel Agarie * 1:48 AM
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FUTUROS DESPERDIÇADOS
Todas as vezes que um crime bárbaro pára o Brasil, desperta o sentimento de revolta na população. Aquele clima de comoção nacional se extende e gritos de justiça são ouvidos por toda a parte: abaixo a maioridade penal! Pena de morte! Linchem este safado!
É claro que isto é comum. Não tenho nem como julgar. Somos seres humanos providos de sentimentos e nesta hora fica difícil conter a indignação.
Movido por este sentimento, a comissão do Senado aprovou nesta quinta-feira a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos.
Posso estar enganado, mas ao meu ver não passa de mais um movimento político para mostrar que os parlamentares estão buscando soluções de curto prazo para tentar conter a violência que se tornou comum neste país. O projeto ainda precisará passar pela câmara e pelo senado. Serão mais alguns meses, ou anos, para descobrirmos se vingará. Se é que vingará.
Particularmente, sou contra a redução. No entanto, não é esta a questão que quero colocar neste "post".
Nesta mesma quinta-feira foi divulgado pelo MEC os índices do desenvolvimento básico do Brasil, que calcula o nível de preparação que os alunos de 1º a 8º série possuem. Em uma escala de 0 a 10, conseguimos a média de 3,4.
Está é a educação que o governo nos oferece, brasileiros, pagadores do maior montante de impostos do mundo!
Lamentalmente a situação brasileira não permite que a maioria da população tenha condições de um ensino particular, ficando dependente do que o governo pode oferecer. Ou seja, este desempenho pífio que a pesquisa do MEC apresentou.
E ainda assim, muitos nem terminarão a oitava série, pois precisarão trabalhar para ajudar a sustentar a casa.
Os que conseguirem a façanha de terminar o ensino médio, não terão condições de entrar em uma faculdade pública por não terem uma "bagagem cultural" suficiente para serem aprovados nos concorridos vestibulares e deixarão o sonho de se tornarem médicos, engenheiros, jornalistas, de lado.
Outra parte, sabendo da falta de perspectiva de um futuro promissor, acabam seduzidos para o mundo do crime, do tráfico, do dinheiro fácil.
LAMENTÁVEL.
Uma boa educação abre a cabeça das pessoas.
Uma boa educação desperta a esperança nas pessoas.
Uma boa educação dá condições básicas para uma pessoa querer ser alguém na vida.
Buscar situações imediatas para conter o alto índice de violência do país pode ser um caminho. Mas se paralelamente, não resolvermos o nosso problema da educação, ficaremos de tempo em tempo buscando novos caminhos, sem chegar a uma solução.
por Marcel Agarie * 12:34 AM
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